sábado, 12 de junho de 2010

Dia dos namorados

Passo meus olhos pelo seu corpo
E aprendo sobre a vida
Olho ao redor
Sinto-me vazia
Já não quero você

Mas a sede me incita
A ver-te mais uma vez
A curiosidade é nossa cupida
É o motivo pelo qual você me excita
E eu escolha a surdez

Você nem se importa
Movo-te e te coloco onde quero
Isso me perturba!
Como posso gostar de uma coisa tão morta?

Entretando, quando o vejo por dentro
É um mistério!
Perco-me e é você que me conduz
Passa a ser meu centro
E a minha luz.


Este poema é dedicado ao livro, que me acompanha a tanto tempo, segue o meu próprio tempo e incentiva a minha criatividade.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O livre-arbítrio pressumível

De acordo com algumas religiões, temos aqui na terra o livre arbítrio. Tem pessoas que não concordam dizendo que Deus já traçou todo o nosso caminho, ou seja, acreditam no destino.
Várias catastrofes que estão acontecendo se assemelham com as previsões da bíblia: terremotos, enchentes, filho matando pai e vice-versa. Estes fenômenos não são recentes, apenas vieram a tona com a globalização, que pode transmitir notícias de qualquer lugar do mundo. Então continuamos errando até que o fim do mundo realmente aconteça.
Isso não quer dizer que nossa trajetória já estava escrita, apenas que algo-dentro ou fora de nós- experiente e inteligente estáva a nos observar. Assim como um pai sabe que o filho vai ter dores de barriga se comer muito chocolate, ficar gripado ao pegar sereno, cair ao fazer estripulias no chão ensaboado e chorar quando não ganhar o presente que queria. Pois o pai conhece sua cria, ele que o gerou e esteve com ela a vida toda, porém esta ficou um bom tempo encantada com o mundo que nem se notou e a esperança do pai é fazer com que o filho desperte. Este não é propriedade daquele, é uma criança que tem de escolher, inconscientemente, uma dentre varias escolas.

Não, eu não acredito em destino.