segunda-feira, 25 de julho de 2011



Um pouco de natureza no meu copo
Por favor, GARÇOM
Pago o preço que for

Tiro um pouco de minha saúde,
tranquilidade, alegria
ou lhe pago em notas de 100?

AH! Vocês não entendem nada de negócios
São todas folhas verdes
Algumas você come, com outras você compra o que comer
mas vocês não sabem o que querem
tem que guardar para o ócio

E eu não quero mais no copo, não
quero 500ml em nenhum recipiente
E não pode ser gelado
Se der para ser no ar, melhor ainda

Me dê também uma poça d'água, por favor
Vai no cheque ou no cartão?


Quando eu regar minhas plantinhas
Direi a elas quem me vendeu,
elas ficarão agradecidas.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Presentes!




O que eu poderia desejar ao apagar as velas? Não sei. Tenho aprendido a ser feliz com esse sentimento de nada, esse vazio cheio de coisas que não são minhas. Tenho aprendido a ser só nos momentos mais tristes, e não apenas quando estava afim de solidão. Cheguei a blasfemar e mandar o Nada para a puta que o pario e me reconciliava com ele nas aulas de yoga, é desgastante, mas era uma esperança de paz. Aliás, acho que o lugar mais fácil de se praticar yoga é na frente de uma folha branca ou de páginas tipo blogs e words, dá um branco enorma na hora de pensar no que escrever que chego a visualizar uma fotografia do que estou vendo, acabei de fazer isso agora. Pois é, o que eu quero? Tantas coisas, mas elas não são de ninguém, por isso não podem ser dadas.
Desculpem-me! Vocês podem me dar forças para eu conquistá-las. Força que encontro em conversas com os amigos, nos bom dia diarios, ligações inesperadas, reconhecendo alguém em lugares estranhos,rs, até quando não vejo ninguém e entendo que é isso.

A vida é tão curta, não quero perder tempo segurando coisas.